Categorías
Uncategorized

Paseando a Miss Flite. Derecho y Literatura en Italia. Novedad bibliográfica

Bruno Cavallone

La borsa di Miss Flite :
storie e immagini del processo

Milano : Adelphi edizioni, 2016,301 pp, 32 ill. (50 tavole b/n e
colori fuori texto)

ISBN: 9788845930904

Miss Flite è la vecchietta che in Bleak
House di Dickens frequenta quotidianamente la Court of Chancery trascinandosi
dietro una borsa con i suoi «documenti», nell’attesa di un
«giorno del giudizio» che dovrà restituirle il patrimonio perduto a
seguito di remote vicende giudiziarie – non tanto dissimili da quelle che
attraversa anche oggi chiunque debba affrontare un tribunale, a qualunque
latitudine. Dopo essersi occupato del processo per una vita come avvocato e
come giurista, Bruno Cavallone ha pensato di rovistare fra le carte di Miss
Flite con un occhio nuovo, quello del ‘connoisseur’ compiaciuto e sottilmente
ironico. E avendoci trovato molte delle storie (di Rabelais, Shakespeare,
Dickens, Lewis Carroll, Kafka, Durrenmatt e altri ancora) e delle immagini
(dell’arte alta come di quella popolare) in cui quel gioco infinitamente
complesso si è nel tempo rispecchiato, le ha usate per scrivere questo libro a
suo modo unico, che ricorda i manuali dove si raccolgono le regole di giochi
altrettanto nobili e antichi del processo, come il bridge o il cricket. Senza
manuali, è noto, non si può giocare: ma chi legge queste pagine scoprirà che in
alcuni casi il gioco – tremendamente serio – può essere il manuale stesso.

Introduzione

La dolce procedura

Il tocco magico

Gabriele, ufficiale giudiziario

Il processo come contagio

La porta del tribunale

Lewis Carroll e Kafka

« La Mezzarola va per so conto». Il tempo degli
avvocati

Il processo come prosciutto

Babbo Natale come thema probandum

A Matrimoniai Twinkle. Figaro, Pickwick e la prova della
promessa di matrimonio

La
giustizia «tumultuosa» di Daniele (e di Porzia)

Iago
e la probatio artificialis

La
pantofola virtuosa. Cenerentola e la teoria del giudizio di fato

Salomone
nel Caucaso

«
Comme vous aultres messieurs». Francois Rabelais teorico del processo e del
giudizio

Pierre Dandin,
arbitro per vocazione

La lezione di Titorelli. Kafka e la teoria del
giudicato

Pinocchio e la funzione educativa del proceso

La giustizia infantile nel collegio La Delizia
eaTimpetill

Note

Ringraziamenti

Elenco
delle immagni

Indice
degli autori, artisti, registi, curatori, traduttori e delle opere anonime

 

Bruno
Cavallone
è professore ordinario
di diritto processuale civile nella Facoltà di Giurisprudenza dell’Università
degli Studi di Milano

 

Categorías
Uncategorized

Filosofía jurídica y moral de los Karamazov. Novedad bibliográfica

Raymond Angelo Belliotti

Dostoevsky’s legal and moral philosophy: the
trial of Dmitri Karamazov

Leiden – Boston : Brill, 2016,242 pp.

ISBN:9789004325418

This work closely examines the trial of Dmitri
Karamazov as the springboard to explaining and critically assessing
Dostoevsky’s legal and moral philosophy. The author connects Dostoevsky’s
objections to Russia’s acceptance of western juridical notions such as the rule
of law and an adversary system of adjudication with his views on fundamental
human nature, the principle of universal responsibility, and his invocation of
unconditional love. Central to Dostoevsky’s vision is his understanding of the
relationship between the dual human yearnings for individualism and community.
In the process, the author related Dostoevsky’s conclusions to the thought of
Plato, Augustine, Anselm, Dante, Kierkegaard, Schopenhauer, Nietzsche, and
Sartre. Throughout the work, the author compares, contrasts, and evaluates
Dostoevsky’s analyses with contemporary discussions of the rule of law, the
adversary system, and the relationship between individualism and
communitarianism.

 

Raymond Angelo Belliotti, State University of
New York at Fredonia

xxxx

 

Fiódor Mijáilovich Dostoyevski (1821-1881)

 

Categorías
Uncategorized

Derecho internacional del Quijote. Derecho y Literatura en Brasil. Una recuperación bibliográfica

Igor Abdalla Medina de Souza

Don Quixote reencontra Sancho Pança: Guerra Fria,
Relaçoes internacionais e Direito internacional

Apicuri/PUC-Rio, Rio de Janeiro, 2014, 240 pp.

título origiISBN:9788583170228

 

A analogia baseada nas duas figuras de Cervantes
parece cômica e certeira, até o leitor avançar pelos primeiros capítulos de Dom
Quixote reencontra Sancho Pança: Guerra Fria, Relações Internacionais e Direito
Internacional. Nesta obra, Igor Medina de Souza nos leva por uma extensa
historiografia das relações internacionais, vista pela ótica da relação desta
com o direito internacional. Ao fim, compreende-se não só que a comparação com
o Cavaleiro da Triste Figura e seu companheiro tem por base estereótipos a
respeito das disciplinas, mas também como tais ideias são narrativas influentes
com implicações acadêmicas e políticas.

 

XXX

La obra procede de la Dissertação de Mestrado presentada em marzo de
2005 para obtención del título de Mestre en el Programa de PósGraduação em
Relações Internacionais de la Pontificia Universidade Catolica de Rio, bajo
orientación acadêmica del Dr.Franklin
Abelardo Pontes Nogueira-

El resumen concreta lo siguiente: Dom Quixote reencontra Sancho Pança
realiza uma análise em perspectiva histórica da relação entre as disciplinas
acadêmicas de Relações Internacionais e do Direito Internacional, com o intuito
de estudar a reaproximação entre as mesmas após a Guerra Fria. A análise em
perspectiva histórica destina-se a evitar que o debate interdisciplinar
pós-Guerra Fria seja mero subproduto das concepções convencionalmente
associadas à historiografia de Relações Internacionais, particularmente da
divisão da literatura da disciplina entre realistas e idealistas. Nesse
sentido, argumenta-se que, antes da reaproximação entre as disciplinas de
Relações Internacionais e do Direito Internacional, observou-se um momento
inicial de proximidade, que se estenderia desde a criação das duas disciplinas,
no final do século XIX e início do século XX, até o colapso da Liga das Nações
e a eclosão da Segunda Grande Guerra, seguido de um período de afastamento,
após o término deste conflito e o início da Guerra Fria. O estudo do debate
interdisciplinar pós-Guerra Fria que se segue à análise em perspectiva
histórica é feito com base em três teorias construídas a partir da colaboração
entre juristas internacionais e teóricos da política internacional: o
institucionalismo, o liberalismo e o construtivismo. Argumenta-se que, devido
às suas conexões com a Teoria Crítica, o construtivismo possibilita estudos
interdisciplinares mais profundos e profícuos. coeditora:outras
informações:
primeiro capitulo: região:

Categorías
Uncategorized

Filatelia y Regímenes políticos

1938 Alegoría de la República. España

Categorías
Uncategorized

Cultura visual del Derecho. Benjamin N. Cardozo School of Law (New York)

Categorías
Uncategorized

Filatelia y Constitucionalismo español

1931, franquicia postal conmemorativa de la apertura de las Cortes Constituyentes

1978, sello conmemorativo de la aprobación del texto constitucional

Categorías
Uncategorized

Sobre Imre Kertész (1929-2016): Kaddish y Derechos

A PALAVRA NO. COR, AUSÊNCIA E DIREITO EM ‘KADDISH PELO FILHO NÃO NASCIDO’, DE IMRE KERTÉSZ
por

FELIPE NAVARRO MARTÍNEZ

ANAMORPHOSIS – Revista Internacional de Direito e Literatura 2, 1 (janeiro-junho 2016),

pp. 17-31
 

Accesible en: http://rdl.org.br/seer/index.php/anamps/article/view/210/pdf

Texto en español accesible en: http://rdl.org.br/seer/index.php/anamps/article/view/209

 

El trabajo analiza la novela de Imre Kertész Kaddish por el hijo no nacido desde la perspectiva de las relaciones entre memoria, ausencia y Derecho. Utiliza algunas de las perspectivas que las Teorías del Color de Newton y Goethe ofrecen para trazar simetrías con una posible Teoría del Color de los Derechos Humanos, y definir dentro de esta teoría el color blanco como color asociado a la ausencia,al duelo, a la imposibilidad de surgimiento del Derecho, un color no iluminable ni transformable en otros. El Holocausto se asocia al negro absoluto, tampoco iluminable mediante el Derecho, que produce una imposibilidad de memoria, la negación de la continuación de los relatos. El eventual nuevo pacto jurídico que se construye tras el Holocausto debe ofrecer una cláusula adicional: la necesidad de continuar con el Derecho como si. La continuidad en el Derecho exige ahora incluir la obligación de no olvidar las consecuencias y contemplar el lenguaje de los relatos y del propio Derecho como un lenguaje expulsado que llegó a servir para generar un malvado discurso justificatorio, y que ahora podemos ver como una lengua exiliada que soporta la carga de la memoria y de los que no podrán nunca alcanzar una voz.

 

 

 

O trabalho analisa o romance de Imre Kertész Kaddish pelo filho não nascido, a partir das relações entre memória, ausência e Direito. Utilizam-se algumas das perspectivas que as Teorias da Cor de Newton e de Goethe oferecem para traçar simetrias com uma possível Teoria da Cor dos Direitos Humanos e definir, dentro dessa teoria, o branco como cor associada à ausência, ao luto, à impossibilidade de surgimento do Direito, uma cor não iluminável nem transformável em outras. O Holocausto se associa ao preto absoluto – não iluminável pelo Direito –, que produz a impossibilidade de memória, a negação da continuação dos relatos. O eventual novo pacto jurídico que se constrói após o Holocausto deve oferecer uma cláusula adicional: a necessidade de continuar com o Direito como se. A continuidade no Direito exige agora incluir a obrigação de não esquecer as consequências e contemplar a linguagem dos relatos e do próprio Direito como uma linguagem expulsa, a qual chegou a servir para gerar um perverso discurso justificatório, e que agora podemos ver como uma língua exilada que suporta a carga da memória e dos que jamais poderão conquistar uma voz.

 

 

Categorías
Uncategorized

Sobre afectividad y justicia en Mineirinho, de Clarice Lispector

‘SAIR AO OUTRO’: AFETIVIDADE E JUSTIÇA EM ‘MINEIRINHO’, DE CLARICE LISPECTOR» 

por
JOSÉ CALVO GONZÁLEZ

 ANAMORPHOSIS – Revista Internacional de Direito e Literatura 2, 1, (janeiro-junho 2016),

pp. 123-145

Accesible en: http://rdl.org.br/seer/index.php/anamps/article/view/221

Clarice Lispector (1920-1977), de formação universitária em Direito, proporciona em sua crônica Mineirinho um exemplo representativo de como seja possível articular as alternativas de expressão literária a partir de material de caráter jurídico. A abordagem jurisliterária desse texto, com emprego da perspectiva analítica do “narrativismo jurídico”, revela de que modo a construção de sentido no relato dos fatos é a “anormalidade da exceção”. A crônica Mineirinho é, mesmo assim, um espaço narrativo privilegiado para o exame do tipo de estratégia narrativa que converte o exercício de pensar a diferença no enlace de coerência do relato. Com tal propósito, a análise alvitra e desenvolve a ideia de “sair para o outro” como instância heteronômica que permite ser cada um outro para ser outro cada um. Por último, incorpora-se à reflexão a ideia jurídico-afetiva de compaixão, entendida como o que do outro me pertence porque me afeta, ou seja, o que me compromete com ele. Em adendo, figuram críticas ao Direito penal do inimigo e propõem-se estímulos intelectuais desde a cultura literária do Direito em matéria de Teoria dos Direitos.

 

Texto en español accesible en: http://rdl.org.br/seer/index.php/anamps/article/view/220/PDF

 

Clarice Lispector (1920-1977), en cuya formación universitaria en Derecho, ofrece en su crónica Mineirinho un ejemplo representativo de cómo articular las posibilidades de expresión literaria a partir de un material de carácter jurídico. El abordaje iusliterario de ese texto, empleando la perspectiva analítica del ‘narrativismo jurídico’, revela de qué modo la construcción del sentido en el relato de los hechos es la ‘anormalidad de la excepción’. La crónica Mineirinho es, asimismo, un espacio narrativo privilegiado para examinar el tipo de estrategia narrativa que convierte al ejercicio de pensar la diferencia en nudo de coherencia del relato. A este propósito el análisis propone y desarrolla en la idea de ‘salir al otro’ como instancia heteronómica que permite ser cada uno otro para ser otro cada uno. Por último, se incorpora a la reflexión la idea jurídico-afectiva de compasión entendida como lo que del otro me pertenece porque me afecta, o sea, lo que me compromete de él. En addenda figuran críticas hacia el Derecho penal del enemigo y propone estímulos intelectuales desde la Cultura literaria del Derecho en materia de Teoría de los Derechos.

 

 

 

Imágenes: Clarice Lispecor con traje académico de Derecho, y Carteira de estudante do 5º ano da Faculdade Nacional de Direito

Categorías
Uncategorized

Filatelia y Derechos Humanos. Contra la discriminación racial

 Uruguay, 1971

 

En Uruguay la  la Ley Nº 13.670 de 1 de julio de 1968, apruebó la Convención de las Naciones Unidas para la eliminación de toda forma de discriminación racial

Categorías
Uncategorized

III Seminário ‘Direito e Música’. Universidade Federal de Paraíba (UFPB). João Pessoa. Brasil